Município

  • Cova el Buxu

     

    CuevaElBuxu1

    Encontra-se a uns dois quilômetros de Cangas de Onís em direção a Covadonga logo depois de tomar um desvio à esquerda, próximo ao povoado de Cardes. Descoberta em 1916, conserva pinturas e utensílios datados do período Solutrense (Paleolítico superior), há 18000 anos. Os restos encontrados indicam que a cova era ocupada a princípio dos verões por caçadores, provavelmente oriundos da costa e especializados na caça de cervos e cabras, bem como pesca de salmão. Dos restos encontrados, destaca a escultura de uma ave realizada em um dente de urso das cavernas. Nas pinturas das paredes, alem de figuras abstratas, merecem destaque as figuras de cabras gravadas na rocha ou pintadas em negro, dois formosos cavalos gravados com grande detalhe e um veado. A conservação da arte rupestre da Cova do Buxu exige cuidados excepcionais. Por isso SÓ SE PERMITE A ENTRADA DE 25 PESSOAS POR DIA, EM GRUPOS DE CINCO.

     

    Características da visita:
    • Aberto todo o ano.
    • Visitas, passa às 10:15, 11:15, 12:15, 13:15 horas. (Quarta-feira a domingo)
    • Segunda-feira e terça-feira cerrada
    • Capacidade 25 visitantes por dia.
    • Acesso a crianças com menos de 7 anos de idade não são permitidos.
    • Visita guiada de 30 minutos.
    • Deve fazer reserva antecipada. Tel. +34608 175467 (em horas de 15 a 17 h.)
    • Normais 3,13 euros / Redução de 1,62 euros / quarta grátis
    A Hospedería

     

    Chamada também Estalagem das crônicas antigas, é um precioso casarão.

    Foi construído em 1763, sedo abade don Nicolás Antonio Campomanes. Saindo da cova, através do túnel, encontramos La Campanona. Com um peso de quatro mil kg, foi primeiro prêmio e medalha de ouro na Exposição Universal de Paris de 1901.

    Casa do Cônego

     

    Alberga Biblioteca, Sala de Juntas, Salão do Trono, Casa Capitular, e o Museu do Tesouro, com valiosas jóias da Virgem. No exterior monumental estátua do Rei Pelayo com a Cruz de Victoria realizada em bronze por Gerardo Zaragoza.

    Caño

    salmoneraLa Salmonera, coto de pesca en el Sella, de los mas famosos. Donde los salmones se detienen a descansar para proseguir su viaje al lugar de nacimiento.

    Ubicado en la población de Caño a 2 km. de Cangas de Onís dirección al puerto del Pontón pasando antes el Desfiladero de los Beyos.Posiblemente uno de los sitios privilegiados para ver subir los salmones a finales de temporada, y disfrutar asi, de una visión auténtica en un ambiente de atracción magnética a las aguas de este rio Sella que se dirige al mar Cantábrico de sur a norte desfilando por la parte final de los Beyos.

    Corao

    Santa Eulalia de Abamia

    abamia

    Monumento Nacional. Abamia se encontra tradicionalmente unida a Pelayo e Covadonga. A tradição atribui, com pouco fundamento, sua fundação ao Rei D. Pelayo, e se assegura que este e sua mulher estiveram enterrados nesta igreja até que, nos tempos de Alfonso X, o Sábio, seus restos foram trasladados a Covadonga. Incluso alguns consideram que esta igreja é anterior à invasão árabe.

    Ladeado por telhas milenares, combina em sua arquitetura diversas épocas e estilos. Consta de uma única nave, com abóbada de berço com dois arcos de reforços transversais apontados, que a dividem em três seções, e uma cabeceira quadrada, mais alta, coberta com abóbada de cruzaria de ogiva. O lugar já havia servido de culto em épocas passadas, a julgar pelo ídolo e dólmen descobertos no século passado.

    A capela maior aparece coberta com abóbada de cruzaria de ogiva e nos capitéis do arco do triunfo leva ramos e folhas. Nos paramentos desta capela se apreciam pinturas, possivelmente, do século XIV. No ano 1905 deixou de ser utilizada como lugar de culto. Por decreto de 15 de março de 1962 foi declarado monumento histórico-artístico. Posteriormente foi colocado telhado e nela se realizaram obras de limpeza e conservação. Aos pés da igreja se encontra o sepulcro dos restos de Roberto Frassinelli “o alemão de Corao”, trasladados desde o velho cemitério.

    Palácio de Noriega

    palacionoriega

    Típico casarão palacial em estilo montanhês, muito reformado.

    Nele se aglutinam vivenda, quadra e dependências para ferramentas de lavoura. Conta à tradição que ali morreu Pelayo.

    Igreja Paroquial

     

    De planta alargada, com nave única e cruzeiro, cobre em abóbada de meio-berço a nave, dividida em três seções, com arcos de reforços transversais que se acusam em contrafortes exteriores.

    Casa de Frassinelli

    casafrassinelli

    Chamada assim por haver vivido nela, desde mediados do século passado, Roberto Frassinelli Burnich, “o alemão de Corao”.

    Pese às obras de adaptação, fica de su antiga construção meia fachada, realizada em silhar quadrado.

    Cova do Cuélebre

    Muito próximo a casa de Frassinelli. Recebe este nome, segundo a lenda, por estar habitada por um cuélebre ou dragão. Escavada por Frassinelli, apareceram nela restos da Idade do Bronze. Conserva-se a mesa de pedra na que trabalhava “o alemão de Corao”.

    Labra

    Torre de Pendás

    É uma construção, do S. XVI que se rematou com um telhado a quatro vertentes e que tem sofrido alterações consideráveis.

    Palácio de Soto Cortés

    Responde ao esquema clássico do S. XVIII com dois corpos elevados, unidos por outro central mais baixo. Possivelmente o mais esbelto e melhor conservado no oriente de Astúrias. Seus proprietários reuniram no final do século passado uma importantíssima coleção arqueológica e uma impressionante biblioteca.

    Casa de San Antonio

    A construção é de uma casa do S. XVIII e a capela de época posterior.

    Igreja Paroquial

    Apresenta planta de cruz latina de uma única nave. A zona mais importante é a fachada principal de gosto historicista com arco de meio ponto que se utiliza como elemento ornamental.

    Olla de San Vicente - Rio Dobra

    OllaDeSanVicente

    San Vicente pote é uma piscina natural formada pelo rio Dobra em Amieva (Asturias) e é famoso para as águas verde-esmeralda com uma profundidade que chega a cinco metros.

    Para chegar lá, você tem que deixar Cangas de Onis em direção ao porto Ponton. Seis quilômetros depois de chegar à aldeia de Tornin e uma vez passado este, à esquerda, você verá um caminho desde o início da rota para a panela.

    Mais informação

  • Real Sitio de Covadonga

    Real Sitio de Covadongacueva

     

    É um dos centros de maior atração de Astúrias. Aí, no ano 722, começou a Reconquista e onde segundo as crônicas Pelayo derrotou os árabes. Antes de chegar ao Santuário, no campo do Repelao, segundo a tradição, Pelayo foi proclamado como rei, tal como recorda o Obelisco erguido por mandado dos infantes da Espanha em 1857.

    A visita ao santuário começará contemplando os dois leões em mármore de Carrara. À esquerda, a Santa Cova aberta no monte Auseva, sobre a lagoa que gera a cascata do rio Deva; debaixo da mencionada cascata, a Fonte dos Sete Canos, que segundo a canção popular asturiana: “… a moça que dela bebe dentro do ano se casa.” Cumprido o ritual de beber na fonte e tirar uma moeda à água da lagoa, pelas escadas da direita, subimos a uma pequena praça onde se encontra o divã dos tempos de Carlos III.

    Subimos à gruta por uma escada de 101 degraus que muitos peregrinos sobem de joelhos para pagar as distintas promessas. Na cova encontra-se a imagem da Nossa Senhora, Séc. XVIII, que substitui à primitiva, destruída em um incêndio, em 1777. Suas jóias são uma reprodução das autênticas que se encontram no Museu.

    Rodeando Nossa Senhora, aparecem alguns dos reis asturianos em uma êxedra que imita o estilo pré-românico asturiano, obra do ourives Juan José García, autor também do antipêndio do altar no qual se representa a batalha de Covadonga.

    Real Sitio de Covadonga

    Na mesma cova, se encontram: uma pequena capela neo-românica, obra de M. Pidal, que substituiu ao antigo camarim; duas tumbas: a de Alfonso I e a de Pelayo com sua mulher Gaudiosa e sua irmã Ermesinda, que originariamente estavam enterrados em Abamia e que foram trasladados aqui na época de Alfonso X.

    Colegial ou Casarão de Novenas

     

    É um edifício de planta retangular, distribuído em torno a um pátio, com uma torre quadrada em uma de suas esquinas e a capela de São Fernando. É o edifício mais antigo do Santuário, Séc. XVI; no claustro que se configura em seu interior aparecem duas sepulturas de abades do Séc. XI. Na capela antes mencionada, encontram o retábulo barroco, procedente da igreja de Sta. Maria de Valdediós e a imagem da Virgem do Tríptico.

    Basílica de Santa Maria a Real de Covadonga

    Basílica de Santa María la Real de Covadonga

    Localizada sobre o morro do Cueto, o projeto definitivo se deve ao arquiteto Federico Aparici. Construída entre 1877 e 1901 em estilo neo-românico, consta de três absides escalonados, coberta com aristas, nervuras no cruzeiro e antepresbiterio e quarto de esfera nos absides.

    Basílica de Santa María la Real de Covadonga

    Pelo exterior se acusa planta de cruz latina, mas no interior desaparecem os braços proeminentes já que estão ocupados por sacristias. Duas altas torres ladeiam a fachada ocidental que se abre em um portal de arco triplo.

    Basílica de Santa María la Real de Covadonga

    Na porta de acesso estão os bustos de Sanz e Forés e Martínez Vigil, grandes impulsores do templo, ambos do escultor Mariano Benlliure. No interior destacam no altar dois quadros: A Proclamação do rei Pelayo de Madrazo e a Anunciação de Carducho. Mas o mais bonito é a cripta, projetada por Roberto Frasinelli, conhecido popularmente como O Alemão de Corao, com um original sistema de abóbada formadas por arcos ressaltados com distintos centros.

    Números de telefone no Santuário
    • Informação: +34985 84 60 35
    • Museu: +34985 94 60 96
    • Guarda Civil quartéis – Esplanade da Basílica: +34985 84 60 04
    • www.realsitiodecovadonga.com

    Crazanes

    Igreja de San Martín

     

    A igreja de San Martín é uma das amostras do estilo românico avançado com elementos não menos interessantes do S. XVI.

    De nave retangular e coberta de madeira, tem abside abobadada um tanto apontada, com arco do triunfo também apontado e que está adornado de singelas colunas, que levam capitéis-imposta, com ligeira decoração vegetal estilizada. A igreja foi completamente renovada entre os anos 1808 e 1809. A fachada, situada ao lado sul, é muito interessante e mais moderna que o abside e o arco do triunfo.

    Está formada por um arco de meio ponto, adornado de círculos e enquadrado em um alfiz, ressaltado e adornado de bolas, que parece ser do séc. XV. Uma peça muito interessante é a pia batismal, que se encontra aos pés da nave, adornada com dentes de serra e bolas, muito parecida à igreja de Con.

    A Torre

     

    Os restos deste edifício foram comprados no ano 1802 dos frades de San Pedro de Villanueva pelo pároco de San Martín. A torre ficou englobada em um casarão do tipo regional, só é visível desde o interior.

    Intriago

    A Torre

    La Torre

    Torre morada de três andares, S. XVI. Janelas com alfiz e um sol por escudo.

    Deve ter sido um solar de sobrenome Intriago, originário deste lugar.

    A Corralada

    Casarão retangular, de duas plantas, modelo bastante popular. Há pinturas populares no muro do corredor. Sobre o dintel, tem uma inscrição: “Fiz esta casa P.’ Intriago”.

    Capela

    Responde ao modelo popular com algumas variantes. Alvenaria rebocada. Sécs. XVII-XVIII.

    Villanueva

    Monastério de San Pedro de Villanueva

    Monasterio de San Pedro de Villanueva

    Sua fundação se atribui a Alfonso I e em 1907 foi declarado Monumento Histórico Artístico. Os monges ocuparam o Monastério até 1835, o qual abandonaram quando seus bens foram desamortizados. O monastério e a igreja foram excetuados da venda.

    O mais interessante do conjunto monumental é, sem dúvida, a igreja, que conserva as mais belas amostras do românico, ainda que tenha sofrido reformas fundamentais. A Igreja devia ser de nave tripla, mas no século XVII, foi reduzida a uma e a construção da pesada torre, nesse mesmo século, causou notáveis destroços na bela fachada.

    A nave atual se encontra dividida em três seções por arcos de reforços transversais e sua abóbada está policromada, com pinturas do século XVIII. A cabeceira da Igreja está formada por uma tripla abside semicircular, a central sendo a mais alta, com abóbada de berço em suas seções retangulares e quatro de esfera nos semicirculares. Existiu outra fachada, do caminho do claustro à igreja, hoje tapada, mas que só conserva dois capitéis, uma por cada lado dos quatro que teve. Dita fachada parece ser posterior à que já descrevemos. Uma das peças mais interessantes que esteve no Monastério, é a Pia Batismal que hoje se encontra no Museu Arqueológico Nacional. Atualmente, no Monastério se localiza o Albergue Nacional de Cangas de Onís.

    Capela de San Bartolomé

    Dos séculos XII-XIII. Foi uma leprosaria relacionada com o desaparecido Hospital de Peregrinos de Cangas de Onís. De estilo românico conserva a fachada, com uma arquivolta sem decoração que descansa sobre impostas e batentes.

  • Restante do distrito

    Coviella
    Palácio dos Faes

    De estilo Barroco (séc. XVIII). Consta de três plantas e possui brasão familiar, a propriedade está rodeada por um muro e alberga o palácio e um jardim amplio.

    Onao
    Casarão dos Posada

    Séculos XVI-XVII. A construção está totalmente modificada, conservando somente umas janelas de estilo gótico.

    Isongo
    Capela de S. Emeterio ou Santumedé

    É um lugar de culto popular, situada à esquerda do povoado num belo enclave. Planta quadrada com abóbada de cruzarias. Rica decoração pitoresca com via crucis e motivos florais.

    Corao – Castillo
    Casas Solariegas

    Destacam, em mal estado de conservação: Casa de Cuervo (S. XVI), Casa da Cantera (S. XVIII), Casa dos Soto-Labra (S. XVIII) e Casa de Cueto (S. XVIII).

    Coraín
    Casa dos Fernández do Cueto

    Construção do S. XVIII apresenta planta retangular de grande singeleza. Destinada a celeiro, se encontra em péssimas condições.

    Villaverde
    Igreja de Santa Maria de Villaverde

    Iglesia de Santa María de Villaverde

    De origem românica. Segunda metade do Séc. XIII. Nos anos 1790 e 1792, o Conde da Várzea do Sella (D. Manuel Estrada), como patrono desta igreja a arrumou e a ornamentou.

    Nesta obra fez a sacristia e colocou nela as imagens de Santiago e Santo Antônio. A igreja consta de uma nave retangular com teto de madeira, e uma abside com abóbada de meio berço.

    Na abside se abre uma porta que comunica com a sacristia construída al final do Séc. XVIII. O edifício se completa com um portal que cobre a porta principal da igreja apoiando-se na parede oeste, na qual se alça um singelo campanário de furo duplo.

    Con
    Igreja de San Pedro

    Entre as igrejas doadas por Ramiro II, no ano 926, a Catedral de Oviedo figura no território de Cangas de Onís, de Con. A igreja românica se encontra atualmente bastante deteriorada, apesar do relativo reforma realizada há anos.

    Composta de uma nave retangular, com teto de madeira, e uma cabeceira quadrada de mais elevação e mais estreita de construção posterior.

    Llano de Con
    Capela de San Roque

    De tipo popular, nave única de duas seções coberta com madeira, cabeceira de planta quadrada e abobadada. Conta com portal no ocidente.

    Caño
    Casa de Várzea Celis

    Casarão de tipo rural, de planta quadrada, dois andares e coberta a quatro vertentes, de origem renascentista e com bastantes elementos de tradição popular.

    Narciandi
    Capela de San Cosme e San Damián

    Encontra-se restaurada recentemente com alterações importantes. Localiza-se em uma paragem belíssimo.

    Paroro
    Casarão ou Palácio de Paroro

    Edifício construído ao final do Séc. XVIII. A parte mais interessante é a fachada lateral na que se colocam dos escudos junto às janelas arquitrabadas do andar alto.

    Perlleces
    Capela de San Antonio

    Pequena construção de tipo rural de nave e presbitério retangular e portal.

    La Riera
    Igreja Paroquial

    Iglesia Parroquial

    Templo de tipo popular de nave única e presbitério de planta quadrada.

    Següenco
    Capela de San Francisco

    A devoção ao Santo “San Pachu” se remonta aos tempos imemoriais.

    Sobrecueva
    Capela de Santa Eugenia

    Capilla de Santa Eugenia

    Do Séc. XVIII, de planta quadrada coberta a quatro vértices.

    Soto de Cangas
    Igreja Paroquial

    Do Séc. XVI, templo de nave única coberta de madeira e presbitério de planta quadrada coberto com abóbada de cruzaria.

    Palácio de Cambre

    Com muitas obras realizadas nele, ainda se distingue em seu porte anterior e posterior dois estilos que coincidem com anos do séc. XVI.

    Torre de la Jura

    Têm mais interesse histórico que artístico por seu estado e as muitas modificações que sofreu. Teve uma importante função política.

    Teleña
    Capela dos Remédios

    Nave única e cabeceira plana. Conta com um interessante retábulo barroco; imagens: uma da Virgem com o menino ao trono, outra popular de Santiago como peregrino. A imagem de Santo Antonio pertence a um gosto mais convencional.

    Casa da Puerte

    De duas plantas e quatro furos em ao largo da fachada, correspondente a um tipo de casas reitoras. Conta com uma inscrição “AVE MARIA” do século XVII-XVIII e um disco solar. Têm um escudo na fachada.

Este sitio web usa cookies para mejorar su experiencia. Asumiremos que está de acuerdo con esto, pero puede optar por no hacerlo. Leer más

ACEPTAR
Facebook
Facebook
Google+
Google+
http://cangasdeonis.es/pt-br/municipio-2/">
YouTube
YouTube
Pinterest
Pinterest
Instagram