Geografia

  • Cangas de Onís é um município situado no oriente interior do Principado de Astúrias, constituindo uma das zonas mais montanhosas do mesmo. A distância do Mar Cantábrico é de menos de 25 km.

    • Extensão: 212 Kms quadrados.
    • População: 6.285 habitantes.

    Límites Geográficos

    • Norte: Municípios de Parres e Ribadesella.
    • Sul: Província de León.
    • Leste: Municípios de Onís e Llanes.
    • Oeste: Municípios de Amieva e Parres.

    A capital do conselho, com mesmo nome, Cangas de Onís, se encontra encravada entre o vale que forma os rios Sella e Güeña.

  • Picos de Europa

    A maior parte do município, Peñasanta de Enol (2478 m.), se encontra na zona sul do mesmo, dentro do maciço ocidental que forma parte do Parque Nacional dos Picos da Europa.

    Mais da metade do município (7119 Has.) está também dentro dos limites do Parque Nacional.

    Como contraste a este espetacular aspecto orográfico do município, destacam as verdes, belas e férteis várzeas do Sella e do Güeña, onde acolhem os mais importantes núcleos da população; de modo que suas ribeiras albergam pequenos povoados e aldeias, onde a agricultura e a criação de gado são os principais meios de vida.

    puenteromano3A 15 km. da capital do município, nas ladeiras do monte Auseva, se encontra a Cova de Covadonga, símbolo histórico da resistência à dominação muçulmana e origem da Reconquista.

    O clima do município determina as distintas orientações e alturas, oscilando entre os 11º C nos topos mais altos e os 25º C no verão nos vales fluviais. Este clima origina distintos tipos de vegetação, os liquens nas alturas, frondosos bosques de faias, carvalhos, azevinhos e teixos que aparecem entre os 800 e 1500 m.; abaixo dos 400 m e nos vales do Sella e Güeña: castanheiros, freixos, avelaneiras, amieiros, nogueiras, bétulas e as mais fantásticas pradarias e pastagens.

    Toda esta paisagem configura um habitat ideal para espécies como camurça e a águia real, também outras espécies como a raposa, a marta-verdadeira, o açor, javali, o tetraz e o acauã. Nos rios, os salmões, trutas e Truta-Arco-Íris. A descrição do município conforma um marco incomparável dentro de um panorama que atrai e encanta a todos aqueles que tratam de aproximar-se da natureza para respeitá-la e senti-la.

    rio

    Na orografia do município se destingem varias zonas: Por uma parte, a vertente meridional com a Serra de Escapa, a de Santianes e os Montes de Cuana, com o Mofrechu como parte mais alta (897 m.), que descendem pelas serras de Zardón, Olicio, Onao, Peña Verde, Peña Manil e Llueves.

    Uma zona de depressão onde se encontram as mais ricas várzeas, como as de Intriago, Villaverde, Corao, Soto de Cangas e a de Cangas de Onís. As montanhas ao sul do Güeña, que iniciam o maciço ocidental dos Picos da Europa: Serras de Covadonga, Cuadragüello, Orandi, Priena, Següenco e as pradarias de Covadonga. A parte mais extensa dos Picos da Europa, é constituída pelo maciço de Cornión. A relevância de seu ecossistema foi motivo da criação em 1918 do Parque Nacional da Montanha de Covadonga, primeiro Parque Nacional de Espanha, hoje Parque Nacional dos Picos da Europa. Neste entorno, ademais da torre mais alta, Peña Santa de Enol, há que destacar outras importantes como a Torre Canal Parda, a Torre do Meio, a Torre Cebolleda, ou a de Aliseda.

    Por último os vales de Dobra e o Sella alojam várzeas como Tornín e Caño. Depois de passar Cangas de Onís, o Sella recebe ao Güeña formando as várzeas de Villanueva e Las Rozas, quando o rio se desvia ao leste, a caminho de Ribadesella, deixando atrás outras várzeas como as de Margolles e Triongo.

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